No dia 02/ Setembro foi lançada a cédula de R$ 200, e de cara o Banco Central informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que a criação da nota de R$ 200

Fonte: escritório gaspar
Segunda-feira, 28 de Setembro de 2020
No dia 02/ Setembro foi lançada a cédula de R$ 200, e de cara o Banco Central informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que a criação da nota de R$ 200

No dia 02/ Setembro foi lançada a cédula de R$ 200, e de cara o Banco Central informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que a criação da nota de R$ 200 “não tem nenhum potencial de fragilizar a prevenção ou o combate à criminalidade ou facilitar a lavagem de dinheiro”, e que a criação da nota faz parte de um “ato administrativo realizado para atender de forma célere ao inesperado aumento da demanda social por numerário em meio às medidas para mitigar os efeitos econômicos causados pela emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao Coronavírus (Covid-19)”. Foi uma decisão administrativa que representa a melhor opção possível ante às restrições de natureza física e jurídica para dar resposta tempestiva a uma necessidade social premente. Inviabilidade técnico-financeira da adoção de alternativas para a expansão do numerário nos quantitativos necessários.

Segundo o Banco Central, a concessão da medida liminar pleiteada neste caso acarretaria um sério prejuízo para a execução dos serviços de meio circulante a cargo do Banco Central e para a própria sociedade em si, que vem apresentando demanda crescente por dinheiro em espécie.  A casa da Moeda do Brasil (CMB) já entregou ao Banco Central mais de 20 milhões de cédulas de duzentos reais, sendo o custo das cédulas de duzentos reais de R$ 325/milheiro. O Banco Central afirmou ainda tem um contrato assinado com a CMB no valor de cerca de R$ 146 milhões para aquisição de 450 milhões de cédulas de duzentos reais para o exercício de 2020. A CMB já adquiriu parcela significativa dos insumos. Porém, a mais grave consequência que a suspensão do lançamento da nova cédula teria seria, como demonstrado ao longo deste parecer, a de colocar em risco o atendimento das necessidades de numerário para garantir o funcionamento adequado da economia e do sistema financeiro nacional, ante a falta de alternativas viáveis, como demonstrado ao longo deste parecer. O impacto de eventual inadequação do volume de dinheiro em circulação seria majoritariamente sentido pelas pessoas mais pobres do País, dependentes de programas públicos de transferência de renda para manter a própria subsistência e a de suas famílias.

 

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